Para privacidade, homelabs e empresas com dados sensíveis

Rode transferências no seu próprio servidor, NAS ou VPS.

Os arquivos nunca passam pela nossa infraestrutura. A transferência roda em um servidor que você possui, direto entre as nuvens de origem e destino.

Para quem é isso

Como vai funcionar

  1. Instale o runner em um hardware que você controla — um NAS, uma VPS, uma máquina Linux sempre ligada ou um Raspberry Pi 24/7.
  2. Conecte-o à sua conta Syncologic usando um código de pareamento de uso único.
  3. Conecte os provedores de origem e destino pelo painel.
  4. Quando começar um job, escolha o runner que você acabou de parear em vez da opção hospedada.
  5. O runner puxa o trabalho, transfere os arquivos entre as APIs dos provedores e devolve um relatório quando terminar.

O diagrama do hero acima mostra o caminho. Os arquivos vão direto da API da origem para o seu runner e em seguida para o destino. A gente vê qual é o job e quando rodou — nunca o conteúdo dos arquivos.

Sem mexer no firewall

Funciona atrás de NAT residencial, atrás de proxy corporativo, atrás de qualquer coisa que permita HTTPS de saída. Você não abre porta nenhuma. O runner faz uma conexão de saída para a gente e fica esperando trabalho; quando um job é despachado, ele puxa um lease de execução de curta duração, roda a transferência e devolve eventos de progresso.

Sem regras de firewall de entrada. Sem IP público. Sem proxy reverso. Sem túnel.

Onde você rodaria

O runner é pequeno o bastante para conviver com outros serviços leves em hardware que você já tem — um Synology, QNAP ou TrueNAS ligado 24/7, um servidor Linux de homelab ou mini-PC, uma VPS pequena (Hetzner, Fly, DigitalOcean, OVH), uma workstation sempre ligada funcionando como pequeno servidor doméstico, ou um dispositivo da classe Raspberry Pi para backups mais lentos e de baixo throughput.

Ele se importa com uma rede confiável e disco suficiente para buffers de staging; não se importa com a distro ou o hardware que você escolheu.

Suas credenciais ficam com você

Os tokens OAuth dos provedores ficam vinculados ao runner — criptografados em repouso com uma chave derivada da sua inscrição, sem nunca sair do runner. A gente vê identificadores de provedor, escopos e metadados de execução; nunca refresh tokens, nunca conteúdo de arquivos.

Desative o runner e revogue a inscrição no painel — os tokens que ele guardava ficam inúteis.

Hospedado versus seu próprio servidor

Os dois modos usam o mesmo painel, as mesmas definições de job, a mesma prévia e os mesmos relatórios de conclusão. A única diferença é por onde os bytes passam — e o que isso significa para custo e confiança.

Nos nossos servidores (Cloud Runner)

No seu próprio servidor (Private Runner)

Código visível

Você pode auditar como o runner move os arquivos antes de instalar — o código é publicado para qualquer pessoa ler. Pretendemos manter essa propriedade enquanto crescemos.

Onde você rodaria seu Private Runner — NAS, servidor de homelab, VPS ou workstation? Conte para a gente na lista de espera abaixo — é a primeira pergunta que vamos fazer depois do seu e-mail.

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